Cartão virtual Ourocard-e do Banco do Brasil: quando usar em compras online

Entenda como o cartão virtual pode aumentar a segurança nas compras digitais e ajudar no controle de pagamentos recorrentes.

Publicado em 09/06/2026 por Redação.

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Comprar pela internet se tornou parte da rotina financeira de muita gente, seja para adquirir produtos em marketplaces, contratar serviços digitais, pagar aplicativos ou manter assinaturas mensais. Ao mesmo tempo, quanto mais os dados do cartão circulam em diferentes plataformas, maior costuma ser a preocupação com segurança e controle.

Cartão virtual Ourocard-e do Banco do Brasil: quando usar em compras online
Créditos: Divulgação

Foi justamente para esse cenário que surgiu o cartão virtual. No caso dos clientes do Banco do Brasil que possuem cartão compatível, o Ourocard-e funciona como uma versão digital vinculada ao cartão principal, criada para ser utilizada em compras online e pagamentos realizados pela internet. Em vez de informar os dados do cartão físico em cada transação, o cliente utiliza um conjunto próprio de informações geradas para uso digital. As compras continuam sendo lançadas normalmente na fatura do cartão original.

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Apesar da praticidade, entender quando usar o cartão virtual e quais cuidados manter continua sendo importante para aproveitar melhor os recursos disponíveis.

O cartão virtual funciona junto com o cartão principal

Uma dúvida comum é imaginar que o Ourocard-e funciona como um segundo cartão de crédito independente ou como uma nova linha de limite.

Na prática, ele continua vinculado ao cartão principal do cliente, mas possui número e código de segurança próprios para uso digital. Isso significa que os dados utilizados nas compras online não precisam ser os mesmos do cartão físico usado em estabelecimentos presenciais.

Essa separação costuma trazer uma vantagem prática importante: reduzir a exposição dos dados permanentes do cartão principal em diferentes sites e aplicativos.

Para quem compra com frequência pela internet, isso também ajuda a organizar melhor onde cada cartão foi cadastrado.

Quando o Ourocard-e tende a fazer mais sentido

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O cartão virtual costuma ser especialmente útil em situações em que os dados do cartão ficarão armazenados por algum período.

Compras em lojas virtuais, pagamentos em aplicativos, contratação de serviços digitais, uso em marketplaces e assinaturas recorrentes estão entre os cenários mais comuns de utilização. O Banco do Brasil também informa que o Ourocard-e pode ser usado em compras pela internet, aplicativos, pagamentos por telefone e cobranças recorrentes.

Outro detalhe interessante é que o cliente pode criar mais de um cartão virtual para finalidades diferentes, como separar gastos com transporte, streaming ou compras ocasionais. Também existem opções de personalização relacionadas ao uso do cartão virtual.

Esse tipo de organização não aumenta limite automaticamente, mas pode facilitar o controle financeiro.

Compras recorrentes exigem atenção na configuração

Um ponto que costuma passar despercebido é que compras únicas e cobranças recorrentes não funcionam necessariamente da mesma forma.

Assinaturas mensais, aplicativos pagos e serviços contínuos dependem de autorização para cobranças repetidas ao longo do tempo. Durante a criação do Ourocard-e, o Banco do Brasil informa que o cliente pode escolher entre gerar um cartão para compras recorrentes ou compras únicas.

Esse detalhe merece atenção porque interfere diretamente no funcionamento do pagamento depois.

Quem pretende usar o cartão em plataformas de assinatura normalmente se beneficia ao definir corretamente esse tipo de utilização desde o início.

O controle do cartão virtual vai além da segurança

Além de reduzir exposição dos dados do cartão físico, o Ourocard-e também pode ajudar no acompanhamento dos gastos.

Segundo o Banco do Brasil, é possível ajustar configurações como apelido do cartão, validade e limite do cartão virtual conforme as opções disponíveis no aplicativo.

Na prática, isso permite criar alguma separação entre diferentes categorias de consumo.

Para quem utiliza muitos aplicativos ou costuma esquecer onde cadastrou cartões, esse recurso também pode facilitar futuras alterações sem precisar substituir o cartão principal inteiro.

Como ativar o Ourocard-e pelos canais oficiais

O Banco do Brasil informa que o cartão virtual pode ser criado diretamente pelo App BB, App Ourocard ou internet banking. O processo normalmente passa pela área de cartões, seleção da opção de cartão virtual, escolha do cartão principal vinculado e confirmação por senha.

Como se trata de um recurso ligado diretamente ao cartão e à conta do cliente, vale utilizar apenas aplicativos oficiais e canais reconhecidos do banco.

Também é recomendável evitar páginas abertas por links recebidos em mensagens ou redes sociais.

Segurança continua dependendo de hábitos de uso

Embora o cartão virtual aumente proteção em compras digitais, ele não elimina completamente o risco de golpes.

Links falsos, páginas que imitam lojas conhecidas e mensagens que pedem atualização urgente de dados continuam sendo algumas das situações mais comuns envolvendo fraude financeira.

Por isso, além de utilizar o cartão virtual, vale observar se o endereço do site está correto, evitar informar dados por mensagens recebidas inesperadamente e acessar serviços diretamente pelos aplicativos oficiais.

Também merece atenção qualquer contato que peça senha, código de autenticação ou confirmação de cadastro fora dos canais reconhecidos.

O cartão virtual costuma funcionar melhor quando existe intenção de uso

O Ourocard-e tende a fazer mais sentido justamente nos ambientes em que o cartão circula com mais frequência: lojas virtuais, aplicativos, marketplaces e assinaturas.

Mais do que substituir o cartão físico, ele funciona como uma camada adicional de controle e proteção para compras digitais.

Quando o cliente organiza limites, separa usos e mantém atenção aos canais utilizados, o cartão virtual deixa de ser apenas um recurso tecnológico e passa a atuar como ferramenta prática de segurança e gestão financeira no dia a dia.

ESCRITO POR: Rodrigo Duarte - Jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com especialização em Marketing Digital.